terça-feira, abril 16, 2013

Rali de Portugal 2013...

Tal como manda a tradição, fomos ao Rali de Portugal. A preparação e os treinos tinham sido feitos em Fafe.
Quinta feira, 10 da manhã, com a Megane a abarrotar, abalámos em direcção à emoção. Pelo caminho e porque a jornada era "dura", Almeirim contou com a nossa presença e lá fizemos o esforço de aviar sopa da pedra e a desconhecida sopa de 3 por 1 (para quem não sabe significa que é usada a faca, colher e garfo). Chegados à base das operações, uma churrascada iniciou as hostilidades para este fim de semana de mundial de ralis
Sexta feira, fomos até Ourique, uma PE já nossa conhecida e para uma zona com uma sequência de curvas muito rápidas, onde a habilidade dos pilotos é posta à prova. Apesar de alguns "observadores" especialistas na coisa afirmarem  a pés juntos que esteve mais gente a assistir, pois nós dizemos o contrário, ou seja, menos gente, muito menos gente e estivemos em ZE's. É a crise e a culpa é do mister Bean e do seu capataz com nome de láparo.
Mas, tirando esse aspecto do público, este foi sem dúvida o melhor rali dos últimos anos em qualidade de carros e pilotos. WRC's, RRC's, e outros C's, o espectáculo foi uma constante. Mesmo os DS3 R3Te os Fiesta R2 mantinham os verdadeiros apaixonados nos troços até ao fim.
Do ponto de vista desportivo, o capotanço de Ostberg e o problema do Sordo depressa comprometeram a luta pelos lugares cimeiros, ainda que se percebesse que este rali era mais uma prova de resistência do que um sprint, com os pilotos da VW a chegarem aos primeiros lugares e a manterem-se por lá, com alguma oposição do eterno segundo, Hirvonnen, que está numa de terminar e esperar melhores dias para o seu Citroen.




A armada Ford limitou-se a esperar pelos erros dos da frente. Ogier é cada vez mais um Loeb, tal o estilo de condução e rapidez. Esperemos que isto não se venha a tornar monótono.
Do ponto de vista organizativo, o ACP continua a pecar pelo exagero, principalmente pelas ordens que dá aos marshall's, que se acham com poder para fazer o que querem, esquecendo-se que há muitos filhos de velhas sem paciência para os aturar. Já os GNR´s estão a ficar mais "compreensivos", conforme tivemos oportunidade de comprovar. Andámos a marchar juntos ou quê? Resposta dum jovem guarda a um pequeno desaguisado connosco.  Mas é bom dizer que não são todos iguais e na 6ª feira estivemos num local espectacular com a total colaboração do agente que percebeu estar a lidar com gente responsável. Episódio caricato, aconteceu no domingo, quando um gnr nos pediu para recuarmos 10 metros, porque segundo o marshal (que era quem mandava ali, dizia o guarda) estávamos a correr perigo e se calhar colocávamos em risco os carros e pilotos. Esta cena passou-se na recta após a ZE 28 numa encosta a cerca de 25 metros da estrada. Com um bocado de jeito o homem tinha mandado sair  os bombeiros e inter's que estavam na escapatória. A imbecilidade tem limites, mas a culpa maior é dos paranóicos da segurança, que na maior parte das vezes se armam ao cagalhão.
Já agora e a propósito de 2014 e da possibilidade da prova vir para o centro e norte, vamos ver, mas é bom que nos lembremos que se por um lado aqui aconteceram os melhores momentos das provas de ralis, também foi aqui que mais problemas houveram, incluindo a saída do mundial. Além de que em termos hoteleiros e acomodações estas zonas estão muito longe do Algarve e Alentejo. E nós até somos de Coimbra. E que fixe seria ver a nata dos organizadores, controladores e outros desta região a aplicar os seus conhecimentos no terreno. A ver vamos...
Às vezes meter o "almarjão" no Vale da Rata, dá Sarilhos
Quanto a nós, este ano montámos o quartel general em Castro Verde e foi sem dúvida excelente, porque andámos metade do habitual nas deslocações para as especiais. Comemos e bebemos muito (verde de Fafe) e acima de tudo passámos quatro dias de bom convívio e a ver rali. Pena que só haja um destes por ano em Portugal.
Presentes: Jorge Faria, Rui Pereira, Lúcio Pereira, Fernando Oliveira e João Miranda



domingo, abril 07, 2013

WRC Fafe Rali Sprint 2013

Confesso que sou avesso a ver desportos motorizados com multidões. Apesar disso ontem os Borregolas estiveram em Fafe para assistir à 2ª edição do WRC Rally Sprint. Depois duma subida tipo parede de alguns quilómetros, chegámos ao final da especial. Impressionante. Desde o salto até ao stop, não se via um espaço em terra, só gente. Milhares de pessoas, animadas à espera dos bólides. Não havia tristeza, só boa disposição, como se aquele local fosse assim uma espécie de paraíso.
Só não percebo qual é o interesse das pessoas se embebedarem, muitos deles já estavam próximo do coma e muitos outros nem se lembravam do que tinham lá ido fazer. É preciso haver rali de Portugal, para beberem? O beber é como "dar quecas" ou mijar, é sempre que se tiver vontade...  
De repente surge um helicóptero, com aspecto de ser uma espécie de Ferrari dos céus. Lá de dentro saíram os organizadores do ACP e Jean Todt, actual presidente da FIA. Deslocaram-se até ao salto, falaram e tiraram fotos com os espectadores. Tenho a certeza que o Todt, que aliás conhece este troço do tempo em que foi navegador, ficou tal como eu, impressionado. Ninguém fica indiferente perante esta "aficion". Tenho que confessar, que os espectadores portugueses estão muito mais educados e respeitam as regras que muitas vezes lhes são impostas num claro excesso de zelo. Talvez seja melhor assim!

Mas o verdadeiro espectáculo estava no Confurco. As encostas estavam apinhadas de gente. A passagem dos carros era um êxtase de gritos, apitos e espanholadas alucinantes, verdadeiros orgasmos.
Os pilotos ajudaram à festa e tenho a certeza não esquecerão este espectáculo.

E no Algarve, vai ser assim? Não. E aqui caímos na realidade. O paraíso de repente acabou. Voltamos à triste normalidade. Mas não falemos dessas merdas...
No nosso caso depois duma difícil descida até ao carro, tanta era a gente, rumámos a Guimarães, onde nos esperava um "pica no chão de cabidela" acompanhado de muito verde branco e rematado por um leite creme a preceito. Não podia haver melhor final, para nós o paraíso só acabou aqui.
À, já me esquecia, que durante o caminho até ao pito comprámos 12 litros de verde branco que irão viajar até terras do Baixo Alentejo e Algarve a partir de 5ª feira para acompanhar o resto do rali.
E vivam os ralis, em Fafe, Arganil ou no Algarve. 
Borregolas: Rui, Lúcio, Faria, J. Miranda e Aquiles.

quinta-feira, janeiro 31, 2013

Rali Budapeste Bamako

Teve inicio no passado dia 25 de Janeiro a oitava edição do maior rali solidário do mundo - Budapeste Bamako, que este ano terminará em Bissau por causa do conflito no Mali.
Este rali de características únicas junta carros que vão desde ambulâncias, este ano 2 Trabant, carros funerários, camiões de bombeiros, etc.
Este ano conta uma equipa portuguesa - Tugas4Africa, composta pelos irmãos Bruno e André Seabra que estarão ao volante dum Nissan Patrol GR longo e que serve para transportar muitas dádivas para distribuir pelas populações mais carenciadas por onde a caravana passa.
Link do rali:  http://www.budapestbamako.org


domingo, dezembro 30, 2012

domingo, dezembro 16, 2012

domingo, dezembro 02, 2012

24 horas de Fronteira 2012

Como não podia deixar de ser as 24 horas de Fronteira de 2012 contaram com a nossa presença, mais uma vez a ver os outros a divertirem-se atrás da roda. Mas não pensem que não nos divertimos, é um dia diferente, porque vemos carros durante todo o dia sem sair do sitio e isso não acontece em mais nenhuma competição.
Seis da matina e toca de vestir e preparar parte da tainada. Assar a batata a murro! Oito horas e depois de empurrarmos montes de tralha para dentro da megane lá saímos com a temperatura entre os 0 e os 2 graus, prometia o dia no Alentejo. 
Dez e trinta chegámos a Fronteira e o mais importante, comprar uma aguardente velha, porque o vento e o frio eram companheiros para mais esta jornada de luta. De seguida a visita à padaria da terra para comprar casqueiros alentejanos e a visita às boxes que este ano estavam um luxo, dado que o alcatrão substituiu a lama de anos anteriores. Pelo caminho uma cigana bem gira quis vender umas botas timberland e até nos chamou "amori" várias vezes...

Paddock
O eterno UMM
Peugeot 504
Renault 5 - uma das grandes máquinas

As 24 horas de Fronteira são sem dúvida uma festa, porque nenhuma outra competição junta carros tão diferentes  no aspecto, na preparação e na idade. Desde buggy's novos em folha até a uma velhinha Peugeot 504 com um motor que trabalha como relógio suíço e que mal se houve, há de tudo um pouco. Mas a verdade é quem lá anda se diverte e isso é o que mais importa. Pena temos nós de não fazer o mesmo.
Ainda assistimos à chegada da prova de resistência dos buggys e de seguida partimos para o nosso poiso, verdadeiro camarote num monte alentejano. 
Camarote
Montar a tenda, acender o fogareiro, assar as chouriças de aperitivo e aviar duas garrafas de vinho para aquecer a alma e principalmente o corpo. Enquanto esta função  era desempenhada a preceito, o bacalhau, asa branca da Noruega ia assando, com o branco dos lombos a mudarem de cor e a pedirem azeite fervido com muito alho e alecrim, com a batata a condizer (à pois é, não fazemos a coisa por menos)  e temos que aproveitar porque os trafulhas do governo andam por aí a ver se nos põem a pão e água. 
O inicio das 24 horas



Já aviávamos a tibornada quando os gloriosos malucos das máquinas do tt começaram a passar. Comer um petisco destes e ver carros é do melhor...
Foi até tocar com dedo, beber café bem quente e aviar a aguardente, acompanhando assim mais quatro botelhas de precioso néctar tinto de diversas origens (doc). 
A preparação do banquete
Almoço

A tibornada

Borregolas longe do perigo perto da emoção...
Este só calça "pneus" de marca
Ainda fomos até ao castelo, para "desmoer", ponto obrigatório de visita desde sempre e local de passagem espectacular dado que os carros chegam ali bastante depressa.
Nova ida às boxes e aquela hora, já noite, metade dos carros estavam no estaleiro com problemas, situação que também é muito interessante de assistir.


Anoitecer junto ao castelo  
Nove horas da noite e por causa dum borregola que não podia falhar um compromisso no domingo, não pudemos ver o nascer do dia em Avis tal como previsto desde o "ano anterior" e assim fomos obrigados a dormir em casa e mais uma vez a não ver a chegada das 24 horas. Em 2013 a prova vai ser nos dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro...
O mais importante é que foi um dia bem passado, com boa companhia, boa comida e bebida e a ver carros de competição. 
Até para o ano! 

terça-feira, novembro 20, 2012

A aldeia dos chicos espertos...


Chefe
Havia uma aldeia a meio caminho entre o interior e o litoral, governada por chicos espertos* (1). Um dia o chefe dos espertos achou que estava na altura de contar espingardas, não daquelas que matam patos bravos, mas no sentido metafórico, saber quem estava com ele, apesar de há muito dizer que estava farto. Tinha que fazer alguma coisa. Em tempos, alguém que por lá tinha andado, sugeriu a ideia de se fazer um convívio para aproximar e motivar os aldeões a colaborarem mais com as tarefas comunitárias da aldeia. O quê? Replicou o chefe! Isso custa dinheiro e nesta altura não podemos alimentar esses lambões. O dinheiro faz falta para outras coisas… Com que dinheiro pago ao meu amigo que fornece o papel que decora a aldeia na altura das festas? E ao mordomo da procissão ao chouriço? E tantas outras despesas que vocês nem imaginam?
Mangas de alpaca
Mas, com o avançar do tempo o chefe percebeu que as eleições estavam a chegar e numa atitude tal qual o artista de circo, que torce a espinha tipo enguia, vira o bico ao prego e aproveita ideia do comunista que felizmente já por lá não andava. Comunista? Sim, porque todos os que tivessem ideias ou pensamentos contrários ou diferentes eram comunistas ou pior ainda, socialistas. Porco no espeto! Damos um porco! Com um bocado de jeito metade dum porco e com esforço e boa vontade, as patas, rabo e a cabeça resolviam a questão. Mas enfim não se pode ser unhas-de-fome e para compensar dá-se vinho e cerveja do lidl, que estes pacóvios nem reparam e bebem qualquer zurrapa.
Capataz
De imediato falou com o mangas-de-alpaca, que também era electricista e que tinha sido endireita em tempos idos, no sentido de providenciar os respectivos alimentos necessários ao repasto, (o chefe ainda propôs que se fosse ao banco alimentar, mas o secretário lembrou que só forneciam comida aos mais desfavorecidos) para além de convencer alguns desavindos e descontentes a estarem presentes naquele momento de grande convívio, que sem dúvida iria ficar para a história da aldeia, ultimamente tão mal vista e nas bocas do mundo por razões pouco abonatórias.
Ora, o secretário, que por acaso alimentava a secreta esperança de ser chefe e como que para treinar, chamou o capataz e ordenou-lhe que levasse gente, muita gente, em particular os gajos que carregavam o andor e tocavam o sino por altura das festas e que ultimamente andavam a mijar fora do penico e a queixarem-se de faltas de educação e respeito, por parte duns imbecis tipo crápula, que tinham a mania que mandavam. Se a sandes e o sumol não chegam, venham à patuscada que desta vez podem comer à vontade e sem ninguém a insultá-los. Era uma promessa dos chefes. Enviaram mail’s, mensagens e até meteram informação no facebook.
Chegado o dia, a aldeia lá se preparou para receber a suposta enchente, mas só apareceram os anciãos, que nestas coisas nunca falham e dos que realmente interessavam só meia dúzia deles.
Porra, (mais uns palavrões que nos escusamos de transcrever) anda um homem a fazer um esforço monumental, a gastar dinheiro que me faz falta, para compensar o meu esforço e dedicação a esta aldeia e estes gajos pagam-me assim? Aldeões assim não merecem ter um chefe tão dedicado e interessado… Disse o chefe para o capataz e para o secretário, em altos berros que atraíram outro chefe que se dignou a aparecer no evento, sim porque esta coisa de convívios não são para o nível e classe de alguns que habitam na aldeia. É bom que se diga que apesar de ser uma aldeia pequena e condenada ao desaparecimento, também por lá vivem doutores e engenheiros que obtiveram títulos por equivalência ou apenas porque lhes apeteceu dizer que o eram.
Mas o que interessa é que o chefe ficou muito desiludido com o fiasco da sua iniciativa e pondera a possibilidade de abandonar a chefia da aldeia, tal como andava a prometer, não sem antes “aproveitar o que for de aproveitar”, até porque segundo parece os "amigos" actuais e alguns de ocasião andam a trabalhar na sombra...
Chico esperto
(1) – Chico esperto: figura que abunda na sociedade portuguesa. É estúpido  mas acha-se muito inteligente. Sobrevaloriza a sua esperteza e subestima a inteligência dos outros, acabando por ser vítima dos seus embustes e habilidades. Pessoa de grande baixeza e desconfiado. Tem noção da desonestidade da sua actuação mas desculpa-se dizendo que o mundo é dos espertos. Parece muito seguro, como qualquer manipulador, mas vive em permanente pânico de ser desmascarado. Vai-se safando até ao dia em que as coisas correm mal.


sexta-feira, novembro 09, 2012

Rali da Catalunha...

Numa altura em que se disputa o Rali da Catalunha, aqui ficam fotos da nossa presença em 2004, uma prova que ficará gravada na nossa memória pelos bons momentos passados.
Quando a troika for com os cães havemos de lá voltar.









segunda-feira, novembro 05, 2012

De volta...

Após um longo interregno estamos de volta. Já sentiam a nossa falta não é verdade? Nem pensavam noutra coisa! 
Depois de uma aventura, que foi interrompida, porque os trafulhas, os vigaristas e os mentirosos não se dão connosco, voltámos há alguns meses atrás, àquilo que mais gostamos de fazer no desporto motorizado: assistir, mas há nossa maneira - sempre com requinte, mas ao contrário???
Temos andado por aí a ver desporto motorizado, em particular todo o terreno de competição. Sim, porque como ficou escrito atrás, a aventura passou pela organização dum evento único em Portugal - PROVA TT DE GÓIS - no dia 19 de Maio de 2011, que foi um êxito. 
Mas, quem sabe se um dia (próximo talvez) outra prova se venha a concretizar...
Ralis também vimos, mas fraquinhos, muito fraquinhos. Exemplo: Rali de Mortágua. Concorrentes - poucos, competição - nenhuma, organização - sem comentários, mas tivemos pavoneio e pelintrice, isso houve muito, como é apanágio. Aliás, coisas sem interesse e como diz o ditado: "Merda, quanto mais se mexe, mais fede".
Hora de almoço - Rali de Mortágua
O ultimo evento que contou com a nossa imprescindível presença foi a Baja de Portalegre. Presentes três dos Borregolas originais e mais uma aquisição já com currículo assinalável nestas andanças. Dia cheio de bons carros e espectáculo, apesar da chuva e das muitas desistências. O Alentejo proporciona sempre espectáculo e a Baja deste ano não foi diferente. As passagens da tarde foram ficando cada vez mais pobres em número de concorrentes. Valeu a pena levantar o rabo da cama às 5 da manhã, fazer quase 500 kms e assistir debaixo de chuva. Um dia bem passado a ver carros, sem esquecer a companhia...
Monte da Pedra - estamos um pouco inclinados...

Monte da Pedra - salto
Monte da Pedra - Avaria dos Porém, mas estavam todos a olhar para a miúda

Monte da Pedra


Estação de Portalegre

Estação de Portalegre

A seguir vamos às sempre muito esperadas 24 horas de Fronteira...

domingo, fevereiro 07, 2010

Rali de Barcelos

A 2ª prova do campeonato Open de ralis de 2010, conta com o número recorde de 101 inscritos. Sem dúvida uma lista espectacular em tempos de crise, mas  mostra que este campeonato se começa a afirmar e é sem dúvida uma alternativa ao campeonato nacional de ralis que vai ficando com menos pilotos. Como cabeça de cartaz Fernando Peres, para além doutros nomes do nosso panorama automobilístico.

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Imagens do Dakar...

O Dakar é fértil em imagens espectaculares. Aqui ficam algumas.